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[Pesquisa] As novas tendências do e-commerce e como você pode aproveita-las

Já viu a última que pesquisa sobre e-commerce que saiu? O Sebrae Nacional, o Olist e o E-commerce Brasil uniram forças para descobrir os principais dados do setor. O resultado foi divulgado recentemente na 3ª Pesquisa Nacional do Varejo Online.

A pesquisa ouviu mais de 2 mil lojistas de todo o país. Os dados, além de dar um panorama das empresas que operam online no Brasil, também apontam as principais tendências para o setor.

Apostas no Marketplace

No Brasil, 24% dos lojistas já usam marketplace para vender e a expectativa é que essa taxa chege a 38% nos próximos dois anos. Isso porque esse modelo de negócio oferece uma série de oportunidade para aumentar o faturamento de quem já está na web. Enquanto e-commerces menores se aproveitam do tráfego e da credibilidade de lojas mais conhecidas, os gigantes do comércio online aumentam seu pool de produtos disponíveis sem lotar estoque ou arcar com custos de logística. Segundo a pesquisa, os canais mais utilizados para marketplace são o Mercado Livre, usado por 77% dos lojistas, seguido por Extra (38%), Pontofrio.com (37%), Submarino (34%) e Walmart (28%).

A era do longtail

Você sabia que 90% das lojas online no Brasil são pequenas ou médias empresas?Apesar da concentração de volume de vendas ficar nas mãos das grandes marcas do varejo, são as empresas de torso e longtail que prometem explodir o setor nos próximos anos.

Moda tá na moda

Moda foi, disparado, o setor mais popular entre os lojistas entrevistados para a pesquisa. Cerca de 30% das lojas online do país estão focadas em vender roupas, sapatos e acessórios para o público masculino e feminino. Os negócios voltados para casa e decoração ocupam segundo lugar (13%). Em quarto, provando que artigos e serviços focados em estética pessoal vendem (e muito), foi ocupado pelo setor de cosméticos e beleza (10%).

Foco na fidelização

Segundo a pesquisa, 43% das empresas brasileiras ainda não possuem nenhum tipo de estratégia de fidelização de cliente. Isso ajuda a explicar porque a taxa de conversão nacional é de 1,5%, enquanto a taxa de desistência de compra fica em 34%. A mudança de mindset do varejo é uma das grandes tendências para recuperar esses carrinhos abandonado e converter essas vendas perdidas. Não a toa, a Social Miner foca em criar relacionamentos de longo prazo com cliente – e, como consequência, possui taxas de conversão até 5x superior que a do mercado 😄 

 

Fonte: Sebrae e E-commerce Brasil

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Publicado por

Bruna Estevanin

Apaixonada por viagens, livros e tecnologia. Já trabalhou na Revista IstoÉ, no Facebook e hoje é Analista de Marketing na Social Miner.

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