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People Marketing para Recrutamento de Novos Talentos

Desde quando eu entrei na faculdade – e olha que isso faz um tempinho -, a história é a mesma. Você quer porque quer conseguir um estágio, ser aprovado em um processo trainee ou ser CLT naquela empresa dos sonhos.

Quando abre uma vaga na sua área, você fica felizão, envia o currículo e já acende umas velas pra ter alguma resposta, porque, cá entre nós, tem muita empresa que deixa os candidatos no vácuo total.

Aí bate aquela frustração/indignação por não ter recebido nem um singelo feedback depois de ter passado horas e horas arrumando o currículo, imaginando que ele foi parar aqui 👇👇👇

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Todo mundo já passou ou conhece alguém que tenha passado por  isso, né?

Se, de um lado, os candidatos se sentem assim, do outro, as empresas especializadas em Recrutamento e Seleção de Talentos – por incrível que pareça – muitas vezes têm dificuldade em achar candidatos qualificados e que tenham o perfil que as vagas exigem.

E sabe o que pode resolver o problema para os dois lados?

Sim, ele mesmo: o People Marketing 😎

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#1 People Marketing pra atrair as pessoas certas

Uma seleção de novos talentos que seja assertiva é fator determinante para os bons resultados de qualquer empresa. Contratar as pessoas erradas gera retrabalho de treinamento e capacitação, aumento nos custos e dificulta a manutenção/criação de uma cultura organizacional forte.

É por isso que, desde o início, qualquer processo seletivo deve ser o mais eficiente que puder.

Fazer People Marketing exige conhecer muito bem o público-alvo para refletir toda essa identificação na comunicação.

Por exemplo, se existe uma vaga aberta em uma start up super cool, não tem como você divulgar esse job em um jornal com uma linguagem formal no estilo:

“Prezados, temos vagas abertas! Atenciosamente”.

Um anúncio desse tipo provavelmente atrairia pessoas com um baixo alinhamento em relação ao cargo oferecido.

Quando você entende a fundo a cultura da empresa para a qual está recrutando e traça o perfil ideal para a vaga disponível, você está começando a fazer People Marketing. É a partir dessas informações que sua campanha de divulgação deve começar a ser traçada.

O seu objetivo é conseguir transmitir o jeito de ser da empresa ao mesmo tempo que fala diretamente com os potenciais candidatos de forma amigável.        

#2 People Marketing pra criar relacionamentos

Sabe qual é a coisa mais óbvia a se fazer quando uma vaga é aberta? É descobrir se no seu próprio banco de dados existem pessoas que podem ter os pré-requisitos necessários para ocupá-la.

Por trabalharem com várias seleções ao mesmo tempo, empresas especializadas em recrutamento de talentos têm muitos currículos cadastrados em sua base. Mas o que acontece é que, muitas vezes, no meio de uma multidão de perfis, eles acabam sendo deixados de lado e não são reaproveitados para novas seleções.

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Ou seja:quando um candidato se aplica pra uma vaga mas é perfeito pra outra, esse match pode passar despercebido. Porque na correria do dia a dia, não dá pra achar uma agulha em um palheiro e aí, acaba sendo “mais fácil” começar a divulgação do zero.

O People Marketing pode auxiliar o direcionamento de campanhas a partir da análise do comportamento dos usuários cadastrados. A segmentação passa a ser feita com base em dados de navegação ou informações vinculadas ao perfil do candidato no Facebook, caso ele tenha feito um Social Login. Ou seja, nada de ficar enviando aquele e-mail convite para participar de trainees ou processos seletivos pra todo mundo, viu?

Isso acontece a partir do momento em que a Inteligência Artificial começa a agir. Com nosso algoritmo, é possível se relacionar de maneira personalizada e humanizada com cada um dos candidatos que estiverem em seu banco de talentos.

Ele cria segmentações automáticas baseadas em critérios importantes pra cada recrutamento,  fazendo com que seja muito mais fácil identificar quem são as pessoas certas para receber divulgações de novas vagas, otimizando tanto o seu tempo quanto as suas taxas de conversão.  

Um pouquinho de inspiração com a Heineken

Há algum tempo, a Heineken vem inovando não só em suas campanhas de marketing focadas em posicionamento de marca, mas também na maneira como faz os seus processos seletivos e encontra os melhores perfis para as vagas abertas – algo que costuma ser conhecido como employer branding.  

Em um dos exemplos mais famosos, o objetivo era recrutar um trainee para a área de patrocínios e eventos. Aquela era uma chance única para conhecer grandes nomes do futebol e para seguir a taça da Liga dos Campeões da UEFA, enquanto ela fazia um tour pelo mundo. No total, 1.734 pessoas se inscreveram para o processo seletivo e a Heineken convidou os jovens para um processo seletivo bem diferente, com entrevistas sendo filmadas com câmeras ocultas.

Em outra oportunidade, agora no final de 2016, a marca lançou uma campanha global super interativa com o objetivo de atrair jovens talentos.

A iniciativa ganhou o nome de Go Places e levava os jovens até uma plataforma virtual em que encaravam uma “entrevista de emprego” diferente, inusitada e engraçadinha.

Ao responder 12 perguntas bem fora da caixa, o candidato chega a um resultado indicativo de um perfil comportamental. O slogan da campanha “Não me molde, me desafie” reflete bem a ideia de que a empresa acredita que cada um cria a sua própria jornada, sendo o protagonista da sua carreira.

E por que a gente acredita que tudo isso é People Marketing?

  • Nos dois exemplos, fica bem claro que a equipe da Heineken que está por trás do processo de Recrutamento e Seleção se colocou no lugar dos jovens que seriam impactados, pensando em ações que refletissem a essência inovadora da marca ao mesmo em que permitiam a avaliação das competências necessárias para a vaga aberta;
  • Na campanha The Candidate, a empresa promove o engajamento dos candidatos saindo do roteiro comum de uma entrevista de emprego e os colocando frente a frente com situações surpresa e irreverentes;
  • Já na campanha Go Places, a conversa com o candidato acontece em um tom super amigável e descontraído, como se ele fosse um amigo.     

E é pela união de tudo isso em suas ações, que a Heineken é um ótimo exemplo de como levar o People Marketing para as campanhas de recrutamento de talentos. O mais importante é manter a coerência e nunca esquecer do propósito por trás das marcas.

Quer começar a colocar o People Marketing em prática na hora de recrutar talentos?

É só clicar aqui e pedir uma ajudinha dos nossos especialistas 😉

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