O que aprendemos nesses 4 anos de Social Miner

O que aprendemos nesses 4 anos de Social Miner

A única certeza de um empreendedor é o desafio e a única chance de ter sucesso é tentando. Afinal, se para ganhar na loteria você tem que jogar, para construir um negócio você precisa ralar. E olha: tirar uma ideia do papel leva tempo e os erros fazem parte.

O Roger Mattos, nosso CTO e um dos fundadores da empresa, sabe bem disso. Ele já tinha tentado empreender duas vezes antes da Social Miner. O que significa que por duas vezes ele chegou em casa dizendo para mãe: “Vou me demitir para tentar algo novo”. Imagina essa história. Já o Ricardo Rodrigues, CEO e também fundador, trocou toda a segurança de uma carreira acadêmica bem planejada para investir no mercado.

E como eles se conheceram?

Eles trabalhavam juntos na mesma empresa. Aliás, foi o Roger quem entrevistou o Ricardo para esse trabalho e – fun fact – eles nem chegaram a trabalhar na mesma equipe. De todo modo isso não impediu a aproximação dos dois, que tocaram um projeto de inovação juntos e, como tiveram uma experiência tão bacana naquele ambiente, bateu aquela vontadezinha de fazer algo maior e tão legal quanto. O que eles não esperavam é que aconteceria tão rápido.

Eventualmente a empresa em que trabalhavam passou por uma fase complicada e os dois profissionais se viram sem o emprego. Mas segura essas lágrimas: esse foi o empurrãozinho que eles precisavam para se dedicar ao projeto do que viria ser a Social Miner.

Então, em 28 de abril de 2014 eles criaram o CNPJ da empresa (por isso comemoramos o aniversário da marca nessa data ❤) e, com o aporte de um investidor anjo e depois instalados em uma espaço coworking, eles começaram a trabalhar na missão de transformar o marketing digital em algo muito mais humano, aproximando marcas e clientes e ajudando os e-commerces a vender mais.

Os primeiros 3 anos

Quando tudo começou, essa dupla tinha várias ideias, mas pouquíssimas certezas. Então teve ~~muito~~ teste e erro até chegarem no modelo de negócio B2B, focado nos e-commerces, que existe hoje. Inclusive, o Ricardo já publicou um texto listando os erros que eles cometeram antes de ganhar os primeiros milhões da firma. Spoiler alert: é um jogo dos 7 erros.

Para se ter uma ideia, lá em 2014, o plano era aplicar uma tecnologia em sites de notícia e entretenimento. Eles queriam entender os interesses dos visitantes e recomendar outros conteúdos de forma mais personalizada. Nessa época, nossa ferramenta aproveitava a visita do usuário no site para direcioná-lo para o cadastro num aplicativo no Facebook. Os resultados já eram muito bons, mas eles sabiam que dava para melhorar.

Foi aí que eles criaram o Bounce, mais conhecido como Social Lightbox. Aquela janela de comunicação que aparece quando o visitante tenta fechar a página do site. O objetivo é resgatar esse usuário, pedindo que ele se cadastre via Facebook. Isso aumenta as chances de trazê-lo de volta para a página imediatamente ou no futuro.

Mais tarde, já em 2015, com a chegada de novos clientes de varejo virtual, nossa equipe percebeu o potencial da tecnologia para multiplicar vendas. O motivo da virada? Eles entenderam que, apesar de 98% dos usuários que acessam um site de e-commerce não comprarem nada, isso não significa que essas pessoas não gostaram ou não gostariam de comprar da marca.

Boa parte desse grupo simplesmente não está pronta para comprar e isso acontece por diversas razões. Seja porque eles precisam de mais informações sobre os produtos, porque querem entender melhor sobre como é a entrega, porque estão esperando uma promoção, etc. Ou seja, existia aí uma grande oportunidade de negócio, que eles estavam muito dispostos a abraçar.

E para atender a esse mercado, novas ferramentas foram incorporadas a plataforma inteligente da Social Miner. O objetivo era conseguir “entender” o comportamento de navegação dos usuários e, dessa forma, se comunicar através de outras canais, aumentando as chances de conversão de vendas.

Surgiram então as campanhas de carrinho (direcionada para quem abandona um carrinho cheio de produtos sem finalizar a compra), bem-vindo (uma mensagem de boas vindas para os usuários recentemente cadastrados) e frequência (uma comunicação que mostra ofertas relacionadas a produtos que o usuário tem visitado com frequência nos últimos tempos).

Outro ponto alto desse período foi a consolidação do conceito de People Marketing. Suas estratégias, baseadas na humanização, já estavam presentes na essência da empresa desde o início de tudo, é claro! Mas a gente colocou tudinho no papel e formalizou o registro do nome. Afinal, isso é tão nosso, tão especial e tem um valor gigantesco no mercado – porque vende, vende muito e melhor: vende sem ser chato.

2016, por sua vez, foi o ano das otimizações para segmentação de audiência, que permitiram aos clientes entregar campanhas ainda mais assertivas. Além disso, lançaram canais de cadastro e segmentação de vendas que operam dentro do site (push opt-in e on-site message).

O quarto ano – uma fase de processos e crescimento

Hoje, nosso modelo de negócio já está validado. Entregamos resultados para grandes empresas e contamos com um apoio de investidores que confiam nesse trabalho. Nosso time cresceu – somos mais de 60 Miners. Nosso portfólio de clientes também – mais de 496 empresas já usaram nossa plataforma e aplicaram os conceitos de People Marketing na sua estratégia. E lançamos semanalmente conteúdos educativos e cases de sucesso, para ajudar mais e mais empresas a crescer também.

Gostou de saber um pouquinho mais sobre a Social Miner? Então vem ver mais!

Quero!

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