Four hanging yellow light bulbs. Perpetual motion.  Idea concept. Vector illustration.

O maior problema com taxa de recompra e como consertá-lo

A taxa de recompra é um dos maiores indicativos para verificar a sustentabilidade do seu e-commerce. Se ela está indo bem, é sinal de que os clientes estão tendo uma boa experiência e voltando para comprar de novo.

Mantê-la sempre em alta é garantia de faturamento escalável e fidelização. Mas você sabe qual é o maior problema para fazer com que isso aconteça?

É simplesmente a falta de atenção que as empresas dão para essa métrica.

O esforço para melhorá-la é quase nulo e raramente existe um planejamento com ações claras focadas na recompra.

O que você está fazendo para trazer as pessoas que acessam e compram na sua loja de volta ao seu site? Tem um plano claro de quais ações vai direcionar para esse público?

Está esperando sentado ou tendo algum comportamento proativo para estimular a recompra?

A lei universal: tudo em que você foca, cresce e fortalece

Se, até hoje, o seu trabalho de marketing é totalmente focado na atração de novos clientes, é esperado que os seus melhores resultados apareçam nessa métrica e que a taxa de recompra não seja tão boa quanto pode ser.

Mas pare para refletir por alguns minutos: qual sentido faz em gastar muita grana com mídia paga para trazer novos usuários e, depois, não ter nenhum investimento, seja de esforço, tempo ou dinheiro, para manter e fidelizar quem virou cliente?

Na correria do dia a dia, esse “cuidado” acaba sempre sendo deixado em segundo plano, mas é hora de mudar a crença de que só cliente novo trás dinheiro para o negócio.

Na verdade, quem já comprou é um público alinhado, que se identifica com o que você tem para oferecer e está só esperando você fazer as coisas certas para comprar novamente.

Soluções para implementar HOJE

Para melhorar a taxa de recompra, você precisa:

1. Conhecer os clientes com profundidade e se importar com o tipo de informações que cada um gosta de receber;

COMO? O seu CRM já reúne dados que podem te ajudar bastante na segmentação inicial. Se conseguir integrá-lo com outras ferramentas de inteligência e vice-versa, o resultado do People Marketing será ainda mais assertivo.  

2. Separá-los de acordo com perfis e interesses, criando segmentações que funcionem. Isso é a chave para tratar cada cliente como se ele fosse único.

COMO? Existem diversas ferramentas de automação de marketing, como o Hub Spot e a RD Station, que permitem esse tipo de segmentação personalizada e a criação de um fluxo de nutrição, com conteúdo específico para cada grupo.  

Pelo Gerenciador de Anúncios do Facebook você também consegue direcionar as suas postagens para os públicos personalizados que definir. Pode fazer uma campanha que irá aparecer somente para as pessoas que passaram  no seu site nos últimos 30 dias e não compraram, por exemplo.

3. Criar relacionamentos e ter como objetivo AJUDAR o cliente. Seja enviando um conteúdo relevante ou uma sugestão de produto que acabou de ser lançado e pode interessá-lo.

COMO? Construindo uma régua de relacionamento com base nas conversões ou visitas que o usuário faz: o tipo de e-mail que ele abre, os links que ele clica, as páginas que ele acessa e por aí vai. Para conseguir fazer isso de forma escalável, é necessário ter uma ferramenta de automação.

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Se conseguir ter processos claros para cada um desses tópicos, pode acreditar que a recompra vai ser uma consequência.

 

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