People Marketing

O bé-à-bá do People Marketing

De uns tempos pra cá, o consumidor se tornou muito mais consciente. Ele passou a pesquisar sobre produtos e serviços antes de comprá-los, comparar preços e a ser mais crítico com as publicidades que recebe.

Sem colocar panos quentes, a verdade é que hoje em dia o cliente não tolera mais marketing mal feito, ruim e que não tenha a ver com os seus interesses.

É por isso que é tão importante criar soluções que tenham foco no quinto P do marketing, aquele que ninguém nunca escutou falar ou que não faz parte do dia a dia das estratégias. O quinto P é o de Pessoas, o do People Marketing.

Na Social Miner, acreditamos que por trás de cada número do analytics existe um ser humano, que não é apenas um consumidor da sua marca. Ele tem sentimentos, gostos, opiniões e história de vida.

Colocando tudo isso na balança, analisamos o comportamento do consumidor e junto com alguns preceitos de neuromarketing e storytelling, usamos o People Marketing para enviar recomendações de produtos mais adequadas e com mensagem mais personalizada possível.

Com isso, conseguimos impactar pessoas com ofertas incríveis e com uma comunicação que mostra que cada detalhe da mensagem foi pensado de maneira exclusiva.

Afinal, é o produto que ela quer, sendo oferecido por meio de uma mensagem personalizada e humanizada.

Comportamento + Recomendação + Personalização = relações mais humanas entre marcas e consumidores + mais vendas e engajamento de longo prazo

E pra você conseguir saber direitinho o que é ou o que não é People Marketing na hora de fazer o seu plano de ação, dá uma olhada na tabela abaixo:

People Marketing

Elementos essenciais para o People Marketing

Existem alguns pontos que devem ser levados em conta em qualquer campanha que tenha o People Marketing como base. São eles:

Assertividade: o ideal é conseguir falar com a pessoa certa, no momento certo e oferecendo a oferta certa. Parece impossível, mas com a ajuda de um algoritmo inteligente isso pode virar rotina!

Conversão com foco no consumidor: mostre ao consumidor aquilo o que ele quer ver e não o que você quer vender. Quando você faz isso, cria um laço maior entre marcas e pessoas, uma conexão que vai além da compra, porque consegue personificar a sua marca. Se isso acontecer, o.“nossa senhora, que marca insistente, ein! ela quer porque quer me vender!” vai dar lugar ao “uau, essa marca sabe exatamente do que eu preciso”. É a magia do People Marketing!

Diferencie-se da concorrência: você não precisa entrar no mercado só brigando por preço. E isso está muito linkado com conseguir mostrar ao seu consumidor o que ele gostaria de ver. Quando você entra na briga só focando em preço, as pessoas vão entender que o único objetivo é vender.

Faça teste A/B: nem sempre o que você acha bonito ou o que você mais gosta é o que vai dar certo e resultar nas melhores taxas. Por isso, faça testes A/B e não economize neste tópico. Com eles, você vai começar a descobrir do que realmente o seu consumidor gosta.

Humanização: entenda que você está falando com pessoas! Elas têm problemas reais e que querem resolvê-los. E normalmente, quando alguém faz uma compra, está – de alguma forma – resolvendo uma questão com aquele produto. É preciso pensar nisso quando for vender e não levar em conta só as metas que tem pra bater todo final de mês.

Saia da mesmice: use canais diferentes para se comunicar com os seus clientes. É sempre bom sair na frente e descobrir outras formas para conversar com os consumidores.

Otimização: pense como um hacker do bem e teste coisas que talvez não sejam tão óbvias. Faça pequenas mudanças de texto, mostre o mesmo desconto em reais e porcentagens, experimente o fundo azul e depois o fundo branco.

Personalização: é essencial porque a partir do momento que uma pessoa sente que a marca está falando especificamente com ela, é isso que vai fazer a diferença, que vai fazer ela se surpreender e falar: “como a marca x foi atenciosa comigo! eles me mandaram o produto que eu queria exatamente no momento em que eu precisava e ainda usaram uma comunicação super legal!”. Além disso, quando você tá em um mar que todo mundo fala “CLIQUE AQUI E COMPRE” // ”AGORA” // ”IMPERDÍVEL”, uma marca que fala de um jeito humanizado já é diferente e ganha um lugar especial na cabeça dos consumidores. É tipo aquele ditado. “Em terra de cego, quem tem olho é rei.”.

Recompra: quando você faz campanhas de engajamento, conversando de forma humanizada, usando canais diferentes e em momentos diferentes, o envolvimento dos leads com a sua marca será maior. Com isso, a tendência é que a recompra também seja, afinal, engajamento e recompra andam lado a lado.

Lightbox: a conexão pelo Facebook permite que a nossa inteligência artificial use os dados das pessoas conectadas para trackear qual é o comportamento de cada uma dentro do site e, a partir daí, permite que as marcas ofereçam os melhores produtos para fazer cada cliente feliz.

Vender além do last click: para ter estratégias sustentáveis e escaláveis, é preciso entender que a venda não é resultado de um trabalho pontual. Por exemplo, você investe em divulgação em várias mídias e é esse conjunto que faz com que a pessoa seja impactada pela sua marca em diferentes locais e momentos. Todas elas, juntas, fazem parte do caminho que o consumidor fez até chegar ao seu site, até comprar. Ou seja, a venda não é necessariamente um resultado somente da última mídia.

People Marketing na prática

Depois de entender melhor o que é preciso para conseguir inserir o People Marketing no dia a dia das suas ações de comunicação, nada melhor do que ver alguns exemplos de como isso acontece na prática.

On site messages: nas campanhas abaixo, usamos esse canal para estimular compra cruzada. Ou seja, um visitante está vendo um produto e aí aparece algo que seja complementar ou algo que ele ainda não tenha visto. Com esse CTA é possível aumentar o tempo de permanência das pessoas em seu site e promover páginas específicas de uma forma que não seja invasiva ou atrapalhe a navegação.

People Marketing

Observe que as duas marcas estão falando com o cliente na linguagem em que eles mesmo usam. Elas mergulharam no mundo do cliente e passaram a fazer parte dele, apostando em uma relação de amizade e não puramente comercial.

Lightbox:

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Nessa mensagem, a gente foi além do produto e quis mexer com a motivação por trás dos visitantes do site. Entendemos que a paixão por andar de moto vai muito além do que precisar comprar um capacete, que esse hobby pode ser uma das coisas que o cliente mais gosta de fazer na vida. É aquele momento em que ele esquece dos problemas e se sente absolutamente livre. Como levamos isso em conta na hora de criar o texto para o Lightbox, a mensagem teve um grande impacto. Além disso, para ser ainda mais assertivo, é essencial entender bem do mercado, conhecer o perfil do consumidor e o tempo de venda. Por exemplo, uma moto é um produto que tem um ticket médio alto e às vezes, o cliente não sabe qual quer comprar e tá cheio de dúvidas. Nesse contexto, você acha que ele vai dar mais valor se receber uma consultoria dos seus especialistas para direcionar a sua escolha ou um cupom de 10% de desconto?

Mais um exemplo…

A palavra para definir o lightbox abaixo é assertividade. A partir do momento em que o usuário escolhia o seu time e se conectava via Facebook Login, ele recebia notificações muito certeiras, que falavam sobre o time do qual ele era torcedor.

Sem contar que quando você gosta de futebol e tá super ansioso para a reta final de um campeonato super importante, é quase impossível não querer clicar em um quizz desse. Você quer vestir a camisa, mostrar para quem está torcendo.

E o mais legal de tudo é que o Esporte Interativo não precisava enviar apenas notícias do Real Madrid pra quem clicou nesse escudo, mas ele passou a ser capaz de personalizar mesmo as notificações geral. Ou seja, era possível adicionar alguma gíria ou expressão direcionada somente para quem era torcedor de cada uma das equipes, o que deixava tudo mais personalizado e divertido.

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Notificações no Facebook:

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Neste canal que por si só já transmite mais pessoalidade e intimidade, oferecemos um desconto em perfumes somente para quem já havia demonstrado interesse nesse tipo de produto. Com a segmentação feita de forma automática pela nossa inteligência artificial, só nos restou criar todo um clima nessa notificação, por meio de uma comunicação inovadora e que falasse com o público da marca.

E-mail humanizado:

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Este é um canal delicado por estar super saturado. Quem nunca recebeu 3 e-mails por dia daquela mesma marca? Ou ofertas que não tem nada a ver com seu perfil? A banalização é o grande problema desse canal.

Antes de usá-lo, se pergunte: você gostaria de receber aquilo que está mandando? É preciso mudar, porque fazendo o mais do mesmo, é difícil que as marcas consigam se comunicar com sucesso ou busquem melhores resultados.

Pra atingir esses objetivos, nossa premissa é enviar um e-mail que seja o mais pessoal possível. A gente quer que a pessoa leia e sinta que o e-mail foi escrito para. Não é só pegar o mesmo banner que está em seu site e enviar pra base toda, sabe? Você até pode ter algum resultado com isso, mas vai cansar o seu consumidor e nunca vai conseguir ir além, melhorando as suas taxas.

Quando o e-mail é personalizado, o consumidor sente que é importante e aí você tem a chance de usar uma linguagem que não explora no seu site.

Temos comprovado que se uma marca conversa de forma mais humana e diferenciada com seus consumidores via e-mail, ela tem resultados muito melhores do que aqueles bons que esse canal já tem.00

Como medir resultados?

Acompanhar algumas métricas de perto é essencial para garantir que o seu trabalho com People Marketing está no caminho certo. Fique de olho nessa lista que preparamos para te ajudar!

Taxa de recompra: ela é a métrica que vai te mostrar que uma pessoa não fez uma compra por impulso. E pra um e-commerce, é muito mais valioso conseguir trazer um consumidor de volta do que comprar novas visitas. Otimizar a sua taxa de recompra envolve conseguir ter uma base de leads e consumidores engajados.

CTR: a taxa de clique é muito importante e um ótimo termômetro, porque significa que você conseguiu impactar o consumidor de uma maneira positiva, enviando algo que ele realmente tinha interesse.

Tempo de visita / quantidade de páginas visitadas: se uma pessoa entra no seu site e fica somente 3 segundos, significa que ela não viu nada direito e que talvez a oferta pela qual foi impactada não tivesse muito a ver com o que realmente estava buscando ou precisando. Ou seja, na maioria das vezes o tempo de visita é alto se a quantidade de página visitadas também é alta. Se isso acontecer, pode ficar todo felizão, porque você acertou a mão e mandou a mensagem certa no melhor momento possível, fazendo a pessoa navegar pelo seu site.

Taxa de cadastro: esse número vai te mostrar a quantidade de pessoas que estão, de alguma forma, interessadas pela sua marca e é muito importante mantê-lo alto para que seja possível criar campanhas cada vez mais assertivas, usando dados estratégicos.

Agora que você já sabe quase tudo sobre People Marketing, que tal começar a colocar essa estratégia em prática no seu dia a dia? Se precisar de uma ajudinha, é só clicar aqui e falar com nossos especialistas 😉

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