Entrevista para a Veja O que muda para as empresas com a LGPD?

Falamos sobre a LGPD e os impactos da nova lei para as empresas

A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) foi sancionada este mês no Brasil, mas o assunto já era recorrente na mídia há um tempo. Primeiro – e infelizmente com frequência – por conta dos diversos escândalos envolvendo o vazamento de informações pessoais de usuários de serviços da rede. O mais recente e, talvez, mais famoso é o que envolveu o Facebook e a inglesa Cambridge Analytica. Dados de mais de 87 milhões de usuários da rede social foram coletados e identificados pela empresa de consultoria política.

Isso é muito sério. Tão sério que esquentou as discussões no mercado sobre privacidade. E, no meio desse burburinho, a União Europeia aprovou a General Data Protection Regulation (GDPR ou Regulamento Geral de Proteção de Dados, em tradução livre). Foi essa norma, aliás, que inspirou a nossa LGPD.

E se você está se perguntando “o que isso tem a ver com a minha empresa?”, bem: a resposta é bem simples: tudo!

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Os impactos da LGPD para as empresas

Praticamente qualquer negócio, hoje, trabalha com a manipulação de dados pessoais. Isso vai desde dados fornecidos numa compra online até as senhas que usamos para acessar o aplicativo do banco ou nossas redes sociais.

Essa troca de informações entre empresas e usuários é tão comum que pouco se reflete sobre elas. A não ser quando as empresas sofrem com algum tipo de problema de segurança e precisa “apagar incêndios”, certo? Aconteceu com uma gigante como o Facebook. Por que não aconteceria com outras companhias também?

Como destaca o nosso cofundador, Ricardo, em entrevista à revista Veja, “com os recentes escândalos de vazamento de dados, é mais do que necessária uma regulamentação que deixe mais claro para os usuários quais são as informações cedidas e como elas serão utilizadas”.

E é exatamente isso que a LGPD traz: uma série de exigências para as empresas que recolhem e tratam dados. Elas incluem melhores práticas de segurança e o dever de informar os usuários que tipo de dados serão armazenados, por quanto tempo e para qual finalidade. Os titulares dessas informações, por sua vez, podem exigir a edição ou exclusão dos seus dados da base a qualquer momento.

O fato é que, em geral, as empresas já vinham se adaptando a essas demandas, como uma demanda do mercado. Só que nem todas as organizações estão prontas para lidar com essas novas normas. Especialmente as pequenas e médias, que contam com menos recursos para investir na área.

Ainda segundo a reportagem da Veja, a melhor saída para esses negócios é agir em duas frentes. Regularizando a base de dados já existente e, em paralelo, já começar a tratar os dados de acordo com a nova lei. Daí a importância de escolher parceiros que apliquem boas práticas na coleta e manipulação de dados e estejam em acordo com a norma.

Para ver nossa entrevista na revista Veja, na íntegra, é só clicar aqui.

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