email marketing morreu

E o e-mail marketing, morreu?

É muito chato receber um monte de e-mail que não tem nada a ver com você. Que atire a primeira pedra nunca inventou aquele e-mail só pra fazer cadastros e compras pela internet.

Isso é a consequência direta de algumas práticas, por parte do varejo e de serviços online. O que faz a gente se perguntar: O e-mail, não ficou ultrapassado?

Mas será que o problema é realmente o canal ou a forma como o usamos?

Aqui na Social Miner, apostamos que o e-mail não morreu, pelo contrário, ele ainda vai perdurar algum tempo.

Por isso, decidimos fazer um experimento dentro de casa. Pra provar nossa tese, usamos Inteligência Artificial e alguns clientes como early adopters.

Números do mercado x números da Social Miner

No nosso dia a dia na Social Miner, estamos sempre atentos na maneira como nossos clientes se comunicam com os seus consumidores para garantir que o relacionamento seja humanizado e vá se adaptando à medida que descobrimos como cada pessoa quer se manter conectada.  

Tudo isso seria impossível sem a ajudinha do nosso algoritmo, que é parte fundamental das estratégias que desenhamos. Ele é capaz de indicar quais são os melhores canais de contato e mensagens que devem ser direcionadas para cada um dos usuários que estão em nossa base. E se era possível alcançar um nível tão alto de personalização com canais como push no Chrome e no desktop, notificações do Facebook e social bounce, por que o e-mail marketing não poderia entrar nessa equação?

Na hora de rodar o nosso experimento, unimos o que a Social Miner faz de melhor: Uma comunicação personalizada e extremamente humanizada, com Inteligência Artificial.

Desde o início, a gente tinha quase certeza de que essa mistura, que já tinha dado certo em outros canais, também funcionaria como e-mail marketing.  Mas não adianta achar, tem que provar, né? 🙂

Bom, é por isso que a gente está super feliz em compartilhar os resultados desse experimento com vocês.

Para um cliente que vende vinhos online, criamos o e-mail marketing que era enviado para quem visitasse a página de um produto específico, mas não realiza-se uma compra.

email marketing morreu

Já neste outro exemplo, a comunicação é de uma campanha de frequência, enviada para pessoas que não visitavam o site por algum tempo.

email marketing morreu

Reparou algumas coisas que esses dois exemplos têm em comum?

  • Já no início do e-mail, usamos a foto e o nome da pessoa para aumentar a identificação e proximidade com a marca. Queríamos passar a sensação de que realmente conhecíamos o cliente, sabíamos que ele era;
  • O texto é super descontraído, claro e fala a língua de quem está do outro lado. Sem formalidades ou frases mega comerciais;  
  • O layout e o conteúdo do e-mail fazem com que o call to action tenha grande destaque ao mesmo tempo em que permitem que a comunicação seja humanizada, sem cair no clichê das newsletters de ofertas.  

Basicamente, o que queríamos com tudo isso era fazer com que o usuário impactado realmente gostasse de receber o e-mail e sentisse que aquela era realmente uma mensagem pra ele.

Pra conseguir esse resultado, o mais importante é ter empatia: se a gente mesmo não gosta de receber e-mails com aquele listão de promoções de produtos que não tem nada a ver com nosso gosto, por que a nossa audiência gostaria?  

A gente precisava tornar a comunicação por e-mail marketing relevante para mostrar que esse canal, que muitos acreditam que tá no CTI respirando por aparelhos, ainda está bem vivo!

Na prática, os resultados mostraram isso. Comparando o resultado das campanhas que fizemos com a média do e-commerce, alcançamos melhores taxas de abertura e de clique em todas elas.

email morreu

Enquanto a média de abertura do e-commerce é de 16,75%, alcançamos a de 39,25%, levando em conta 6 campanhas. Ou seja, um resultado 22,5% superior.

Nas taxas de clique, o resultado continuou excelente: 15,06% de média nas campanhas do experimento da Social Miner contra 2,32% da média geral do mercado.

Com esses números, a nossa conclusão não poderia ser outra: quando se trata de e-mail marketing, o problema não é o canal em si, mas a forma como ele vem sendo usado. As mensagens enviadas sem nenhuma segmentação, a frequência super alta e o apelo extremamente comercial fizeram com que os consumidores criassem uma imagem negativa da forma como as marcas usam esse canal para vender.

Mas como você mesmo viu pelos resultados das campanhas que fizemos, é possível utilizá-lo de maneira assertiva e estratégica, sem incomodar ninguém.

Essa é uma mudança que requer que o mercado adquira uma nova consciência e deixe os comportamentos antigos de lado para conseguir fidelizar consumidores cada vez mais exigentes. O marketing humanizado é um caminho sem volta e os nossos resultados – tanto desse experimento quanto do dia a dia – já estão provando isso!

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