O que é e qual é a diferença entre remarketing e People Marketing

O que é e qual é a diferença entre remarketing e People Marketing

Você andou pesquisando o valor de uma passagem aérea para curtir as próximas férias e, quase que instantaneamente, voos promocionais e outras promoções relacionadas ao destino começaram a “popar” nas suas redes sociais ou em anúncios de portais de notícias e do Gmail.

O objetivo do remarketing – seja ele bem feito ou não – é claro: aumentar a conversão e, consequentemente, as vendas.

Isso porque poucos consumidores decidem comprar logo de cara, na primeira vez que pesquisam sobre um produto, certo? Os números do e-commerce mostram que essa porcentagem é inferior a 2%. Ou seja, existe um universo gigante de pessoas que não convertem de primeira. E essas pessoas precisam continuar sendo impactadas para que se transformem em clientes.

Pois é, o remarketing é uma das estratégias usadas quando o assunto é continuar presente na memória do usuário. A ideia é manter a porta aberta e pessoa conectada com a marca.

Na prática, essa é uma função nativa dos produtos de advertising do Google. No momento em que um visitante acessa o seu site, é criada uma “marcação” por meio de um cookie que irá ficar armazenado no dispositivo (desktop, notebook e etc) desta pessoa.

É esse cookie que será responsável por intensificar a exibição das propagandas quando o usuário visitar outros sites ou blogs que exibem anúncios do Google, por exemplo.

O começo de tudo

Mas é interessante pensar que o conceito de “remarketing” surgiu antes mesmo de ter esse nome e de ser feito de forma consciente.

Imagine que o carro da sua família seja uma Ferrari (UAU). Desde quando era bebê, você andou de Ferrari e interagiu com este produto diversas vezes ao longo da vida. Quando, finalmente, você completa 18 anos e consegue a sua habilitação, adivinha qual é o carro que quer comprar? Sim, uma Ferrari!

E pode até ser que você queira uma BMW, porque o seu melhor amigo sempre te deixa dirigir um pouquinho a dele e você curte. Mas a grande aposta é que, no final, você vá querer ficar com a Ferrari mesmo.

O grande problema do remarketing

Como o principal objetivo do remarketing é vender, o problema dessa estratégia é que as ações ficam limitadas a esse foco. Portanto, basicamente não importa se o anúncio vai se tornar inconveniente, perseguindo os consumidores em todos os lugares, ou se a oferta continua aparecendo para aquele usuário, mesmo depois dele já ter concluído uma compra.

O que interessa para o remarketing é melhorar as taxas de conversão. Isso fazendo com que visitantes que já foram até o seu site, pesquisar sobre um determinado produto, voltem para comprar.

Mas isso não pode ser a sua única estratégia

Se limitar a ação ao remarketing, sua empresa vai perder outros elementos muito relevantes para a tomada de decisão de compra dos consumidores, como o relacionamento e a descoberta de novos produtos. Além do que a marca acaba ficando extremamente dependente de mídia.

Aliado a isso, na grande maioria das vezes, o remarketing é extremamente impessoal e frio. Sua customização só leva em conta a página visitada pelo usuário, para poder direcionar as ofertas dos produtos já buscados.

Isso significa que a relação criada entre uma marca que faz remarketing e o usuário impactado só pode ser estritamente comercial, concorda? E não dá para querer mais que isso se você oferece mensagens generalistas e conhece somente o minimamente necessário sobre o seu cliente – apenas as informações necessárias para conseguir rodar um anúncio de remarketing de maneira correta.

Calma, que tudo nessa vida tem um jeito!

Dá para fazer uma comunicação muito mais personalizada, com base nos desejos e necessidades particulares de cada consumidor.

Mas para isso é preciso trabalhar a jornada de compra do seu cliente de ponta a ponta, desde a identificação dos novos visitantes que chegam ao site, passando pelo mapeamento do seu comportamento de navegação e compra, até as ações para retenção daquele usuário que já se identificou e comprou com a sua marca.

Para manter as pessoas conectadas com a sua marca (isso te soa familiar?), criar engajamento e, consequentemente, aumentar a conversão, no People Marketing todas as campanhas usam dados de consumo, navegação e perfil social do usuário para garantir que as mensagens que chegam ao público sejam altamente personalizadas, de acordo com o momento em que cada pessoa está na sua jornada de compra.

E como isso funciona?

O People Marketing se apoia na Inteligência Artificial (IA), para entender o contexto do consumidor, e na Neurociência, para entregar uma comunicação capaz de ativar as emoções corretas nessa pessoa e ajudá-la no seu processo de escolha.

Dessa forma, a metodologia permite que a sua empresa automatize o marketing, com foco na experiência do cliente. Ou seja: a comunicação fica muito mais genuína e, com isso, além de ter um impacto positivo nas vendas, ainda é capaz de fidelizar os consumidores, tendo efeito em outras métricas muito importantes para o ecommerce, como a taxa de recompra.

Um exemplo

Vamos supor que, de um lado, o seu e-commerce venda passagens aéreas e pacotes de viagens. Do outro a Thais é uma consumidora que estava para entrar de férias em fevereiro, e estava pensando em viajar para Europa nesse período.

Ela começou, então, a pesquisar destinos e acessar alguns sites com boas ofertas e programações. Enquanto alguns sites, identificando essa procura, começaram a disparar anúncios de remarketing nas redes sociais e sites de notícias que ela visitava, a sua loja, que aposta no People Marketing, teve o cuidado de cadastrar e identificar a Thais. Isso para entender o que ela precisava e qual era o melhor canal para se comunicar com ela.

E como sua loja fez isso? Através de canais como o Social Lightbox e o Opt-in para Notificações Push. Ao visitar o site, a Thais recebeu uma mensagem humanizada e empática, de boas-vindas, a convidando para se cadastrar e receber as promoções mais quentes com exclusividade.

Exemplo de Opt-in para Notificações Push mostra a diferença entre remarketing e People Marketing

Como tinha interesse, a Thais resolveu se registrar e, ao fazer isso, deu autorização para que a sua marca tivesse acesso a informações como o seu nome e e-mail, além de dados de navegação que indicam os produtos e páginas que ela mais visita e, portanto, tinha mais interesse.

Dessa forma a sua marca pôde entender, por exemplo, que ela tinha preferência por países como Inglaterra, França e Espanha e que estava a procura de pacotes promocionais que incluíssem atividades de lazer, como visitas a museus e parques temáticos.

Com base nesse comportamento, a plataforma inteligente da Social Miner pôde selecionar e enviar automaticamente campanhas de ofertas especiais, com foco nos destinos favoritos da Thais.

Enquanto isso, a concorrência que investe no remarketing ~~simplão~~ estava lá, anunciando passagens para Roma, sem nenhuma segmentação específica, só porque a Thais clicou sem querer numa promoção para essa cidade, que nem encheu tanto os seus olhos.

Com qual campanha você acha que ela engajou?

Pois é… e ao receber um E-mail Humanizado, via plataforma da Social Miner, divulgando um pacote para Londres com entradas para o parque do Harry Potter e para o Museu Madame Tussauds inclusos, ela não resistiu e clicou para ver mais informações. Ficou satisfeita, mas ainda não convencida pelo preço.

Exemplo de E-mail Humanizado mostra a diferença entre remarketing e People Marketing

Mas não demorou muito para o valor do pacote cair e, ao receber uma Notificação Push informando que aquele combo para Londres que ela tinha gostado estava com 15% off, a Thais não teve dúvidas e comprou.

Exemplo de Notificação Push mostra a diferença entre remarketing e People Marketing

A única parte chata foi os outros anúncios de pacotes para Europa não pararam de perseguí-la. Mesmo depois que ela já tinha embarcado para Londres, feliz da vida.

O People Marketing vs remarketing

Fazendo People Marketing, nenhuma marca corre o risco de se tornar inconveniente e chata. O objetivo vai ser sempre impactar o usuário no melhor momento, pelo canal em que ele estiver mais predisposto a receber a mensagem, da forma mais humanizada possível.

Toda essa lógica está super alinhada com um novo perfil de consumidor, cada vez mais exigente, que busca comprar de marcas com as quais se identifique. Não à toa, empresas que apostam na metodologia alcançam taxas de clique de até a 30% e conversão até 3,5 vezes maior que a do mercado.

Então, bora fazer um resumão pra não deixar dúvidas sobre as principais diferenças entre o remarketing e o People Marketing?

Tabela mostra as principais diferenças entre remarketing e People Marketing

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