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Qual a diferença entre Remarketing e People Marketing?

Você andou pesquisando o valor de uma passagem aérea pra curtir as próximas férias e, quase que instantaneamente, voos promocionais e outras promoções relacionadas ao destino começaram a popar nas suas redes sociais ou em anúncios de portais de notícias e do Gmail.

O objetivo do remarketing, seja ele bem feito ou não, é claro: aumentar a conversão e, consequentemente, as vendas.

Isso porque poucos consumidores decidem comprar logo de cara, na primeira vez que pesquisam sobre um produto, certo? Os números do ecommerce mostram que essa porcentagem mínima é de somente 3%. Ou seja, existe um universo gigante de pessoas que está entre os 97% de visitantes que não convertem de primeira. E essas pessoas precisam continuar sendo impactadas para que se transformem em clientes.

O remarketing é uma das possibilidades quando o assunto é continuar aparecendo para o usuário que ainda não converteu. A ideia é manter a conversa para que ele continue com a marca em mente.

Na prática, essa é uma função nativa dos produtos de advertising do Google. No momento em que um visitante acessa o seu site, é criada uma “marcação” por meio de um cookie que irá ficar armazenado no dispositivo (desktop, notebook e etc) desta pessoa.

É esse cookie que será responsável por intensificar a exibição dos anúncios quando o usuário visitar outros sites ou blogs que exibem anúncios do Google, por exemplo.

Mas é interessante pensar que o remarketing surgiu antes mesmo de ter esse nome e de ser feito de forma consciente. Imagine que o carro da sua família seja uma Ferrari. Desde quando era bebê, você andou de Ferrari e interagiu com este produto diversas vezes ao longo da vida. Quando, finalmente, você completa 18 anos e consegue a sua habilitação, adivinha qual é o carro que quer comprar? Exatamente, uma Ferrari!

Pode até ser que queira uma BMW porque o seu melhor amigo sempre te deixa dirigir um pouquinho na dele e você curte. Mas a grande aposta é que você vai ficar com a Ferrari!

O grande problema do Remarketing

Como o principal e único objetivo do remarketing é vender, é somente com base nesse foco que as ações são desenhadas.

Basicamente, não importa se o anúncio vai se tornar um pouquinho inconveniente por te perseguir em todos os lugares ou se ele continua aparecendo mesmo depois de você já ter concluído a compra.

O que interessa é que ele vai ajudar a melhorar as taxas de conversão e fazer com que visitantes que já foram até o seu site pesquisar sobre um determinado produto voltem para comprar.

O ponto é que isso não pode ser a sua única estratégia, porque você vai perder outros elementos muito relevantes para a compra, como o relacionamento e a descoberta de novos produtos, além de ficar extremamente dependente de mídia.

Aliado a isso, na grande maioria das vezes, o remarketing é extremamente impessoal e frio. Sua única customização só leva em conta a página visitada pelo usuário, para poder direcionar as ofertas dos produtos já buscados.

Isso significa que a relação criada entre uma marca que faz remarketing e o usuário impactado só pode ser estritamente comercial, concorda?

Não dá pra querer mais que isso se você oferece mensagens generalistas e conhece o cliente só o minimamente necessário para conseguir rodar um anúncio de remarketing de maneira correta.

Mas calma, que tudo nessa vida tem um jeito!

A solução complementar: People Marketing

A metodologia do People Marketing vai desde a identificação dos visitantes do site, para conseguir enviar mensagens de maneira mais humanizada, até a retenção dos mesmos enquanto clientes.

Para criar engajamento e consequentemente aumentar a conversão de oportunidades, todas as campanhas usam dados de navegação, do perfil do Facebook e mensagens humanizadas para construir um relacionamento único com os consumidores.

people marketing e remarketing

A união da Inteligência Artificial com o fator humano permite a criação de campanhas de marketing extremamente segmentadas e pessoais. Isso faz com que o relacionamento se torne a prioridade do contato. A comunicação fica muito mais genuína e com isso, além de impactar de forma positiva nas vendas, ainda é capaz de fidelizar os consumidores, tendo efeito em outras métricas muito importantes para o ecommerce, como a taxa de recompra, por exemplo.

Fazendo People Marketing, nenhuma marca corre o risco de se tornar inconveniente e chata. O objetivo vai ser sempre impactar o usuário no melhor momento, pelo canal em que ele estiver mais predisposto a receber a mensagem, da forma mais humanizada possível.

Toda essa lógica está super alinhada com um novo perfil de consumidor, cada vez mais exigente, que busca comprar de marcas com as quais se identifique.

Então, bora fazer um resumão pra não deixar dúvidas sobre as principais diferenças entre o remarketing e o People Marketing?

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