Como usar as taxas de conversão para vender mais

Como usar as taxas de conversão para vender mais

Gerenciar um e-commerce é um caso de amor e ódio constante, mas que enche de orgulho sempre que dá certo. Quando os clientes começam a aparecer e o site passa a converter vendas, tudo passa a fazer mais sentido e valer – e muito – a pena investir tanto tempo e recursos naquele projeto.

Mas para chegar lá é complicado encontrar o caminho. Ora porque a gente acaba aprendendo enquanto faz e nesse processo, o erro faz parte. Mas também tem aquelas coisas que quem empreende acaba adiando.

Afinal, mesmo sabendo que olhar para os números é sempre importante, a gente entende que nem sempre é a parte favorita do trabalho. E, dependendo do mês ou fase da empresa, chega a dar um medinho mesmo.

Conversão, pra quê te quero?

Botar investimentos e lucros na balança, projetar para os próximos meses, pensar estrategicamente… todo mundo que já deixou a garagem e se considera uma empresa séria – por mais descolada que seja – sabe que não dá para brincar com taxas. E quando a conta não fecha, vixi! Começam as dúvidas: o que fazer? será que vai dar certo?

Se acalme! O que todo empreendedor – pequeno ou grande – deve ter sempre em mente é que taxas, como as de conversão, são mais que amigas. São aliadas na missão de fazer seu negócio crescer e prosperar.

Isso porque, pra começar, é só entendendo a relação do quanto você investe e lucra, que você poderá avaliar o quão saudável está o seu negócio. Dessa forma é possível enxergar onde sua empresa está errando e acertando, para então traçar estratégias, melhorar o que precisa melhorado e resolver o que precisa ser resolvido.

Um exemplo?

Vamos supor que o seu negócio investe um tantão em mídias sociais, gera um tráfego gigante para o site e, no entanto, vende pouquíssimo. Menos que 1% dos seus visitantes converte. Um bom jeito de entender o que você está fazendo errado é olhando com cuidado para sua taxa de conversão.

Aquelas pessoas que compram no seu site vêm mesmo das redes sociais? Porque se aqueles visitantes que seu site capta nos anúncios do Facebook ou Instagram não estão convertendo, você está jogando esse dinheiro de posts patrocinados no lixo, certo?

No entanto, se muitos dos usuários que compram com você chegam ao seu e-commerce por meio de anúncios no Google, talvez você devesse colocar mais dinheiro nessa mídia… Desse jeito, baseando-se nas taxas de conversão, é possível otimizar seus investimentos e aumentar suas oportunidades de vendas 😉

Mas por onde eu começo?

De acordo com uma pesquisa feita em parceria pelo SEBRAE e E-commerce Brasil, a taxa média de conversão do mercado é de 1,5%. Esse é um bom benchmark para começar a analisar as métricas. Mas se você quiser se destacar entre os seus concorrentes, vai precisar ser mais específico, né não?

O pessoal da Neoatlas, por exemplo, fez um estudo bacana das taxas médias de conversão de acordo com a categoria de produto. E mais: separaram pelo dispositivo em que o consumidor geralmente usa para fazer a compra – se é no desktop ou em aparelhos móveis, como celular ou tablet.

Bem legal né?

Benchmarks de conversão por categoria ajudam a usar suas taxas de conversão para vender mais no seu e-commerce
Fonte: E-commerce Radar 2017

E por que é importante focar nos benchmarks do seu setor?

Bem, se seu e-commerce vende produtos como remédios e curativos, ele se enquadra na categoria de “farmácia”. A taxa média de conversão deste setor é de 3,4%. Beeeeem mais alta que a média geral de 1,5%, né? Então. Imagina se você se baseasse no menor dos índices. Ficaria muito longe da realidade do seu setor e comprometeria seu desempenho em relação aos seus concorrentes.

É exatamente por isso que é tão importante que, uma vez com as taxas de conversão do seu site em mãos, sua empresa possa comparar esses dados com benchmarks específicos. Desse modo, sua marca terá uma base de comparação mais real e, portanto, confiável.

Agora que você já tem as taxas do seu setor, como melhorar a conversão do seu site?

O melhor jeito de vender mais é conhecendo o seu consumidor e se interessando pelo o que ele procura no mercado. Saber o seu nome, que tipo de sites ele visita, quais dispositivos mais usa, quais são as suas principais dificuldades para comprar online.

Todas essas informações são úteis para que sua marca possa se relacionar com os visitantes, envolvendo o público em conversas relevantes, criando empatia e trazendo pessoas cada vez mais engajadas, com mais potencial de compra, para dentro do seu site. E, sim, dá para fazer isso em escala, atendendo não só a uma, mas centenas de pessoas.

Quer entender melhor sobre essa dinâmica e saber como aplicar estratégias de engajamento para vender mais?

Quero!

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