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Afinal, o que é People Marketing?

Para conseguir alcançar um bom posicionamento de marca e ganhar um lugar especial na mente de cada consumidor, é preciso ir muito além de uma comunicação generalista.

Pense em um e-commerce que recebe milhões de usuários por mês. É impossível que a mesma newsletter seja útil para todos os leads e clientes cadastrados na base, concorda?

A mensagem que impacta o Gustavo, um cliente que já vai para a sétima recompra, vai ser bem diferente daquela que vai mexer com a Paula, lead que está zapeando por vários produtos mas ainda não finalizou nenhuma compra.

Se você puder, por que não ser significativo para os dois, respeitando o momento do funil de vendas em que estão?

Não seria perfeito se você conseguisse ter mensagens personalizadas, levando em conta o perfil e os interesses do Gustavo e da Paula, para surpreendê-los e ajudá-los a tomar a decisão de compra?

É exatamente disso que se trata o People Marketing. É saber e entender que existe uma PESSOA, que merece ser tratada como única, por trás de cada clique.

É ter consciência de que o seu papel é entregar o que ela deseja para se tornar uma marca querida, para não ser chata (aquela que só envia spam!) e para ganhar em conversão.

A história por trás do People Marketing

O People Marketing é um termo criado pela Social Miner, que vem sendo disseminado desde 2015 e ganhando cada vez mais força no mercado do comércio eletrônico, com o endosso do E-commerce Brasil e de grandes parceiros (e clientes) como Natura, Sephora e Asus.

Ele surgiu para dar nome a uma mudança de mindset que tem feito grandes e-commerces repensarem a forma como tem se relacionado com o seu público.

Isso porque nas décadas passadas, seja pela falta de tecnologia, de plataformas eficientes ou de profissionais capacitados, o marketing digital usava exclusivamente uma estratégia de campanhas em massa.

Ou seja, a oferta daquele produto novo era enviada para um monte de gente, sem nenhum tipo de segmentação. Resultado? Todo mundo sabia que aquela mesma mensagem era enviada para outros milhares de e-mails, não era nada exclusiva e na grande maioria das vezes, não gostava da promoção divulgada.

Foi essa prática, que se tornou recorrente e comum para muitas marcas, que fez o termo SPAM se popularizar.

Pensar que as suas mensagens podem acabar parando na lixeira dos clientes ou leads te dá até um arrepio?

Pois é, com a evolução da tecnologia, os e-commerces passaram a usar ferramentas de segmentação e entrega de conteúdo, mas mesmo assim o SPAM continuava atormentando e impedindo que os resultados crescessem.

Mesmo com as segmentações existindo, muitas eram feitas por “achismo”, de um jeito generalizado, com base em tendências de mercado ou intuições da equipe de marketing.

Por isso, apesar dessa divisão por “clusters” ter melhorado a forma como empresas e consumidores se comunicavam, para conseguir ser agradável e assertivo, era preciso muito mais.

É aí que entra o People Marketing, que tem como fundamento centralizar as estratégias digitais de um e-commerce totalmente nas pessoas. Isso significa não tratar os clientes ou leads como simples usuários, números no Google Analytics e “cookies”.

Significa criar campanhas com um alto grau de personalização, com mensagens mais humanizadas e de forma escalável, aproveitando de um jeito inteligente todos os dados in site ou via Facebook Login sobre comportamento, perfil e interesses para se relacionar de maneira realmente “one-to-one”.

Como implementar?

Usar o People Marketing é criar uma situação de ganha-ganha. De um lado, os consumidores recebem só mensagens que lhe interessam pelos canais que mais gostam. Do outro, os e-commerces conseguem se relacionar de maneira mais assertiva, aumentando as taxas de conversão em todas as fases do funil.  

Gostou? Então, é hora de começar de usar essa estratégia seguindo esses passos:

1) Crie uma base de pessoas

Esse é o primeiro e mais relevante item a ser trabalhado, porque ele é um fator crítico de sucesso. Sem uma base, você simplesmente não vai conseguir ir adiante.

Para conseguir entender quem é a pessoa por trás do navegador,  a melhor forma é usar um social bounce para conectá-la via Facebook.

Assim, você vai ter em mãos muitas informações (como nome, sexo, idade…) que vão além do e-mail e são ótimas para conseguir humanizar as mensagens, criando conversas que façam sentido e realmente impactem.

Além disso, sua marca ainda ganha a permissão para criar campanhas de notificação no Facebook de quem estiver na base de conexões.

Ficou meio perdido? Não tem problema!

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Como medir os resultados?

Tenha metas bem claras de captação de leads, tanto em números absolutos quanto de crescimento relativo. Na hora de planejá-las, leve em conta, períodos em que o tráfego do seu site tende a aumentar exponencialmente, como durante a Black Friday.

Com o People Marketing, por exemplo, a Asus conseguiu aumentar o cadastro de leads em 60%. Lembre-se de acompanhar os resultados mês a mês para identificar o que está dando certo e corrigir os gargalos da estratégia.

2) Entenda os seus interesses

Monitorando a navegação, é bem fácil descobrir os gostos, preferências e interesses de alguém. Concorda?

Se a Luana visitou várias páginas de mochilas, por exemplo, podemos assumir que ela precisa e está procurando por este produto.  

O grande desafio aqui é entender exatamente o que oferecer e como fazer isso sem ser chato, porque vamos combinar: tem alguns tipos de retargeting que não tem sentido algum e só servem para irritar o consumidor.  

Semana passada, por exemplo, eu pesquisei em alguns sites os valores de uma máquina de fotografia instantânea. Escolhi um deles e COMPREI. Mesmo depois de fazer a compra, os anúncios deste e-commerce promovendo a máquina ficaram me perseguindo no Facebook e no Instagram.

“Masgente, eu já não comprei? Apenas parem de me perseguir.”

Se fosse no mundo físico, o vendedor seria chamado de louco se continuasse me oferecendo o mesmo produto que eu acabei de comprar, certo? E por que no mundo virtual deveria ser diferente?

Esse é um exemplo clássico em que as empresas não pensam nas pessoas e acham que vão vender empurrando os produtos dessa forma massante.

Para que isso não aconteça, o ideal é usar uma plataforma de inteligência artificial. que por meio dos seus algoritmos consiga cruzar os dados de navegação com as demais informações de perfil para decidir automaticamente qual é a melhor mensagem e canal a serem usados em uma campanha.

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Como medir os resultados?

Defina métricas que façam sentido nesta etapa, a porcentagem de recompra e de carrinhos abandonados recuperados são excelentes opções, por exemplo.

Quanto maior forem essas taxas de conversão, mais eficiente está sendo a forma como tem se comunicado com eles.  

Quer ver na prática? Clique aqui e confira o case da Sephora.

3) Comunique

Uma parte muito importante do People Marketing  é humanizar a comunicação para quebrar o aspecto formal e parecer que realmente existe um diálogo.

Para dar certo, é preciso conhecer a maneira como o seu público se comunica. Quais são as gírias usadas? Como eles se posicionam? Como se relacionam?

Espelhe o jeito que eles escrevem e a identificação será imediata.

Se aliar isso com canais inovadores de comunicação (que costumam gerar taxas de engajamento muito maiores que os canais tradicionais) as taxas de conversão serão ainda melhores.

Como medir os resultados?

As taxas de clique da sua campanha não mentem. Usando o People Marketing, a Natura conseguiu atingir a média de 36% de CTR com mensagens humanizadas através dos canais da Social Miner.  Resultado bem bacana, né?

No final, todas as ações e mensuráveis que falamos acima tem um único objetivo: fazer as vendas e as taxas de conversão do seu negócio aumentarem.

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