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4 sinais de que você precisa apostar em marketing humanizado

Parece meio óbvio definir o que é humanizar, mas no mundo do marketing o conceito ainda é muito novo. Pra ficar todo mundo na mesma página, não custa nada dar uma olhadinha no dicionário:

hu.ma.ni.zar: v.t.d

  1. tornar humano, dar condição ou forma humana
  2. tornar mais adaptado aos seres humanos
  3. tornar compreensivo, bondoso, sociável

Podemos concluir então que um marketing humanizado é capaz de transformar o mercado em algo mais mais leve, agradável e bem menos agressivo.

E por “menos agressivo” não quero dizer “menos vendas”.

A real é que ao invés de incomodar os consumidores com uma enxurrada de informações desnecessárias, as marcas passariam a falar somente quando, de fato, podem contribuir e fazer a diferença na vida de alguém.

Humanizar o marketing é ter empatia por quem está do outro lado da tela; é lembrar que o usuário é uma pessoa única, com sentimentos e interesses; é conseguir, no meio de todos os processos e automações, dar um toque de pessoalidade em cada campanha; é apostar que a qualidade do relacionamento importa mais do que a quantidade de vezes que você dispara um e-mail marketing com um cupom de desconto.

Ter o marketing humanizado como uma estratégia de divulgação e posicionamento de marca dá trabalho, porque exige que você entenda de maneira profunda o comportamento dos seus consumidores  para atingir altos níveis de personalização.

Mas uma coisa é garantida: quando os resultados começarem a aparecer, as suas vendas irão crescer de forma exponencial e escalável.

Não sabe se precisa começar a investir nesse assunto? Separamos 4 sinais de alerta em forma de perguntas de múltipla escolha para você comparar com o que vem acontecendo no seu negócio e descobrir 🙂

#1 O CTR tá lá embaixo

Por que (quase) ninguém tem interagido com as suas campanhas?  

a) O texto que impacta o usuário – título do e-mail, texto de uma notificação no Facebook ou push no Chrome – não “conversa” com o consumidor e nem tem um gatilho que leve à uma ação;

b) O conteúdo não interesse a audiência;

c) A escolha do canal para envio da campanha e o momento em que a mensagem chegou até o usuário  não foram acertados;

d) É tanto e-mail disparado por dia, com uma taxa de abertura mínima, que as mensagens já vão direto pra caixa de spam;

e) Todas as opções anteriores.

 

O marketing humanizado se relaciona diretamente com todas as opções da pergunta acima. Se as suas taxas de clique não andam boas, o “motivo-maior” por trás disso é um só: você não conhece o seu público tão bem quanto deveria.

E aí começam os problemas: como fazer um conteúdo relevante se eu não faço ideia do que a minha audiência gosta? Como escrever um texto que cause impacto se eu não sei como os consumidores se comunicam? Como descobrir o canal mais assertivo para cada um se eu não tenho uma ferramenta que seja capaz de automatizar essa escolha?

Em primeira instância, humanizar o marketing é conseguir tratar cada um dos seus consumidores como se eles fossem aquele melhor amigo que te entende só com um olhar. Aquele que consegue prever os seus comportamentos, mesmo que você não faça a menor ideia de como ele faz isso.

Como fazer isso?

  • Estude o seu público e pesquise bastante sobre ele. Veja os comentários da sua página no Facebook, as hashtags que envolvem a sua marca no Instagram… Descubra as gírias que ele usa, a maneira que se comunica e aí, passe a espelhar esse comportamento nas suas campanhas;
  • Com base em testes AB, faça uma lista de conteúdos que são mais interessantes e resultam em um engajamento maior;

Se o seu negócio atingir esse nível de humanização, é simplesmente impossível que leads e clientes ignorem o que a marca tem a dizer, entende? O resultado você confere no aumento das vendas e no engajamento do público.  

#2 Surra de avaliações ruins no Reclame Aqui (ou em sites parecidos)

Quais motivos fazem com que as pessoas avaliem mal a sua marca?

a) Falta de agilidade no atendimento;

b) Processos muito burocráticos para resolver as solicitações;

c) Baixo nível de satisfação com o tratamento recebido;

d) A falta de resposta para algumas pessoas;

e) Não tenho plataformas que possibilitam um atendimento eficiente e humanizado.

Sites de avaliações podem funcionar como um ótimo “queridômetro” para a sua marca, refletindo diretamente o quanto humanizado o marketing está acontecendo (ou não).

Quando um negócio tem empatia pelo seu público, ele consegue resolver as questões levantadas com muito mais facilidade e competência. E, em grande parte dos casos, é justamente a falta dessa capacidade de se colocar no lugar do outro que leva a muitas reclamações.

Quem gosta de ficar 25 minutos em uma ligação que é transferida 3 vezes para o último atendente falar que você precisa entrar em contato com outro número para resolver o problema? Ninguém, né?

Seja no pré ou no pós venda, faça com que um atendimento humanizado, aquele que resolve os problemas e responde as dúvidas da melhor maneira possível, seja uma prioridade.   

Se conseguir surpreender positivamente nesse quesito, sua marca já vai estar à frente de muita gente no mercado, pode ter certeza!

#3 Ninguém volta pra comprar

O que faz com que a sua taxa de recompra seja pra lá de baixa?

a) Não tenho um planejamento focado em quem já comprou no meu e-commerce;

b) Taxa de recompra? Nunca prestei atenção nessa métrica;

c) Nunca tive sucesso em campanhas de recompra, então, já me conformei;

d) Todos os clientes acabam indo parar em uma base geral e nada segmentada;

e) O meu SAC não é nada humanizado e nem eficiente.

A taxa de recompra é um fator crítico de sucesso para a sustentabilidade de um negócio e pode ser a chave para escalar o faturamento. E se você tem que conhecer as pessoas que começaram a interagir com a sua marca, nem preciso falar do quanto é importante saber quem são os clientes, né?

Ter um planejamento claro com ações de relacionamento e metas para essa métrica são fatores importantes que podem contribuir muito para o sucesso de uma marca.

Encontre maneiras de valorizar quem já é um consumidor do seu produto ou serviço e tenha um comportamento proativo para que ele volte sempre que precisar de algo que o seu negócio pode oferecer.

Não esqueça que quanto mais personalizada for a sua comunicação, maiores serão os seus resultados. Por isso, explore as informações que tem em mãos de forma assertiva.

#4 Black Friday rainha, o resto nadinha

Por que, ano após ano, você precisa apostar na Black Friday como a salvadora do faturamento e deusa das vendas?

a) Só consigo volume durante essa época;

b) Todo mundo adora comprar na Black Friday;

c) Meu público só compra quando meus produtos estão em promoção;

d) Novembro é o único mês que bato todas metas com folga;

e) Não preciso explicar isso, né gente? Black Friday é Black Friday.

 

É claro que a Black Friday é um momento super importante para os varejistas, mas é preciso que durante todos os outros dias do ano, o seu negócio tenha uma boa performance. Afinal, por melhor que possam ser as suas vendas nessa data, ninguém vive só de Black Friday.

Pense em como pode como trabalhar outras datas comemorativas humanizando a comunicação e posicionando os valores que quer que a marca reflita para os consumidores.

Além disso, no dia a dia, construir um relacionamento com o público por meio de mensagens que façam sentido, é importante para ter pessoas que indiquem a sua marca. A palavra-chave aqui é branding!

Se identificou com algumas dessas situações? Que tal começar a mudar esse quadro, colocando o marketing humanizado em prática?
Precisando de uma ajudinha, é só clicar aqui e falar com nossos especialistas.

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